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Sacerdócio Levítico ou Real???

>> sexta-feira, 23 de abril de 2010


Devido à polêmica do primeiro post...segue-se um texto elucidativo, escrito por Jonatan Marcelo Oliveira

“Porque dele assim se testifica: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.” (Hebreus 7:17)
Quem é este Melquisedeque, citado em Hebreus, e por que ele é importante? Lemos, no Gênesis, a única menção histórica a este personagem, tanto fascinante quanto misterioso: “Ora, Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; pois era sacerdote do Deus Altíssimo; e abençoou a Abrão, dizendo: bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o Criador dos céus e da terra! E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos! E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.” (Gênesis 14:18-20)
Três versos são tudo o que a Bíblia relata da história deste homem. Mas por este pequeno trecho podemos ver que ele era uma pessoa muito especial. Ele era rei de Salém (que mais tarde tornou-se Jerusalém) e sacerdote de Deus (verso 18). O próprio Abrão (que mais tarde se tornaria Abraão) reconheceu-o como sendo representante de Deus e lhe deu o dízimo dos despojos de guerra que havia tomado de seus inimigos.
Mas o mistério acerca deste sacerdote de Deus continua. Vivendo como representante do Deus Altíssimo em meio a uma terra habitada por povos pagãos – os cananitas que séculos mais tarde o povo de Israel deveria exterminar – nada se sabe acerca de sua origem. A este respeito lemos em Hebreus 7:3 o seguinte: "sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida". .
Porém, este personagem é tão importante que, ao descrever o ministério de Jesus, o autor de Hebreus diz o seguinte: “aonde Jesus, como precursor, entrou por nós, feito sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.” (Hebreus 6:20). A expressão "segundo a ordem de Melquisedeque" significa que o sacerdócio de Jesus é do mesmo tipo, ou parecido com, o sacerdócio de Melquisedeque.
O ponto de ligação, de conexão entre estes dois ministérios é que ambos eram Rei e Sacerdote.
Depois do episódio em que Melquisedeque abençoa a Abraão, a Escritura não fala mais sobre ele; e da descendência de Abraão surgiu um novo sacerdócio, segundo o esquema: Abraão --> Isaque --> Jacó --> Levi --> Moisés e Arão.
A Eleição dos Levitas
A expressão "levita" refere-se a um membro da tribo de Levi - que era uma tribo secular do povo de Israel e que foi separada por Deus para exercer o sacerdócio (Números 3:1-10). A seu cargo estariam todas as atividades do Tabernáculo e, posteriormente, do Templo, em Jerusalém. E por que esta tribo, especificamente, foi escolhida? Esta consagração especial se deu porque esta tribo foi fiel a Deus em um momento em que todo o restante do povo de Israel estava envolvido no episódio da adoração ao bezerro de ouro (Êxodo 32:25-29).
Este triste relato nos informa que, poucos dias depois de o povo haver se santificado e se comprometido solenemente a cumprir fielmente as ordens de Deus (Êxodo 19:8) e terem visto o monte tremendo e fumegando, e ouvido a trombeta de Deus sobre o monte (Êxodo 19:18-19), esqueceram-se de quem era o Deus que os havia tirado com sinais e prodígios da escravidão do Egito, e construíram para si um ídolo de ouro e atribuíram a este ídolo tudo o que Deus havia feito em favor deles (Êxodo 32:4-5).
O plano original de Deus era fazer de Israel um “reino sacerdotal” e uma “nação santa” (Êxodo 19:5-7). Porém, no momento de prova, somente a tribo de Levi se mostrou à altura de tão importante comissionamento (Êxodo 32:26).
Dentre os levitas, a Arão e à sua descendência foi dada uma missão especial, a de servir diretamente diante de Deus, efetuando o serviço sacrifical e intercedendo diante de Deus pelo povo (Números 3:3). Ao incumbir Arão e seus filhos pelo sacerdócio, Deus designou o restante da tribo de Levi para auxiliá-los, incumbindo-os de realizar as tarefas do santuário e de zelar pelos utensílios sagrados, além de servir diretamente às necessidades espirituais do povo (Números 3:6-9).
Outros Requisitos
a) Entravam na profissão aos 25 anos de idade, provavelmente como aprendizes em prova sob a vigilância de levitas mais velhos (Levítico 4:3; 8:24);
b) Ao atingir os cinqüenta anos, o levita era eximido dos trabalhos rigorosos, mas podia continuar servindo nos deveres mais fáceis do tabernáculo;
c) Santificação - nenhum Levita poderia fazer a obra de Deus sem estar com sua vida em santidade (Números 8:21-22; Hebreus 12:14); tinham que se lavar e purificar suas vestes antes de realizar seus deveres santos.
Porém, todo o sacerdócio levítico era, por definição, falho, uma vez que seria impossível alcançar a perfeição por meio deste sacerdócio (Hebreus 7:11-12). As cerimônias e rituais realizados neste sacerdócio, por mais perfeitas que fossem, eram apenas uma sombra, uma ilustração do sacerdócio perfeito que Jesus Cristo iria desempenhar no futuro (Hebreus 9:9-10).
Além disso, muitos destes sacerdotes atuaram de forma a desonrar o nome de Deus. Por exemplo, Nadabe e Abiu, que eram filhos de Arão, desonraram o altar ao trazer fogo estranho para oferecer incenso diante de Deus (Levítico 10:1). Outro exemplo triste é o de Hofni e Finéias, filhos de Eli, os quais desonraram o ofício de sacerdote, portando-se de maneira inconveniente, desrespeitosa e moralmente condenável (I Samuel 2:12-17).
Ora, se estes eram os representantes de Deus diante do povo, maior ainda era a sua responsabilidade, porque através deles o povo conhecia a Deus e Seu caráter. Por representarem falsamente a Deus, este os castigou severamente.
O auge da corrupção e idolatria foi alcançado nos dias do profeta Ezequiel, quando a mais baixa idolatria pagã era executada pelos próprios sacerdotes, no recinto sagrado do templo (Ezequiel 8).
A conseqüência de tão grande depravação por parte da classe sacerdotal resultou, como não poderia deixar de ser, na completa depravação de todo o povo de Israel, conforme relatado pelo profeta Oséias (Oséias 4:3-19).
Porém, apesar de todas estas falhas gravíssimas, devemos ter em mente que o sacerdócio levítico não foi substituído porque errou, mas simplesmente porque seu papel era apenas ilustrar o sacerdócio de Cristo. Eles representaram uma solução transitória, de caráter instrutivo e de ação limitada.

Uma Nova Aliança
No livro de Hebreus, o autor bíblico descreve de forma magistral a supremacia do ministério sacerdotal de Cristo sobre o ministério levítico, demonstrando a ineficácia do ritual sacrifical que se repetia continuamente, ao dizer: “Porque tendo a lei a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, pode aperfeiçoar os que a eles se chegam. Doutra maneira, teriam deixado de se oferecer, porque, purificados uma vez os ministrantes, nunca mais teriam consciência de pecado. Nesses sacrifícios, porém, cada ano se faz comemoração dos pecados,porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados. (Hebreus 10:1-4)
É importante compreendermos que o ministério sacerdotal de Cristo estabelece uma nova aliança com Seu povo. Não se trata apenas de uma alteração pontual em um aspecto da aliança, mas é a obsolescência de uma aliança e a criação de outro pacto, completamente novo, a partir de novas premissas. As palavras que descrevem a beleza desta nova aliança estão em Hebreus 8:8-13.
Vemos então que o novo sacerdócio, dentro da nova aliança, se faz em bases completamente diferentes. A antiga lei do sacerdócio dizia que somente poderiam ser sacerdotes, homens da tribo de Leví. Jesus, porém, era da tribo de Judá, e não de Leví, o que demonstra que as leis do sacerdócio e cerimoniais foram mudadas. Na verdade, este Sacerdote do novo concerto era de uma ordem superior, a ordem de Melquisedeque (Hebreus 6:20; 7:17, 21).
O próprio Abraão, que seria o ancestral de todo o Israel (e, portanto da própria tribo de Levi) reconheceu esta superioridade ao entregar a Melquisedeque o seu dízimo (Hebreus 7:4-6) e esta superioridade foi confirmada quando Melquisedeque o abençoou (Hebreus 7:7).
Este novo sacerdócio, “segundo a ordem de Melquisedeque”, é perfeito, ou seja, possui um sumo sacerdote eleito por Deus sem defeito e que oferece um sacrifício eterno (Hebreus 7:24, 28). Isto quer dizer que este sacrifício, feito uma única vez, é válido para todo o sempre e em favor de toda a humanidade (Hebreus 9:11-14, 24, 28).
Além disso, este novo Sumo Sacerdote, sendo o penhor de uma nova aliança, é o cabeça de uma nova linhagem de sacerdotes; não mais da linhagem de Levi mas da linhagem de Jesus Cristo. A admissão no serviço deste novo sacerdócio não se dá mais pelo nascimento carnal, hereditário, como era o caso dos levitas, mas pela aceitação de Jesus Cristo como nosso único e legítimo salvador, e pela compreensão e obediência às suas leis (Hebreus 8:10-11).
Pedro descreve este novo sacerdócio dos crentes da seguinte forma: “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (I Pedro 2:9).
João, o Evangelista, descreve no livro do Apocalipse este processo com as seguintes palavras: “e da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dos mortos e o Príncipe dos reis da terra. Àquele que nos ama, e pelo seu sangue nos libertou dos nossos pecados, e nos fez reino e sacerdotes para Deus, seu Pai, a ele seja glória e domínio pelos séculos dos séculos. Amém” (Apocalipse 1:5-6).
Isto não é maravilhoso? Através da aceitação do eterno sacrifício de Cristo em nosso favor, somos reis e sacerdotes diante do Deus vivo! Aleluia!
Levitas ou Sacerdotes do Deus Vivo?
Porém, sem nos darmos conta, muitas vezes temos voltado à velha aliança, onde a o acesso a Deus se dava através de rituais, os quais deixaram de fazer sentido na nova aliança; e fazemos isso com nossas bocas, pois muitos dizem: “sou um levita”.
Ora, já vimos claramente que o sacerdócio levítico não existe mais, tendo sido substituído por um sacerdócio muito mais excelente, o de Cristo. Mas muitos ainda falam assim, sem saber que podem estar rejeitando com essas palavras tudo o que o ministério intercessório de Cristo representa para o crente hoje. “Pelas tuas palavras serás justificado e pelas tuas palavras serás condenado” (Mateus 12:37).
A nova aliança que foi estabelecida com um alto preço de sangue por Jesus Cristo, não pode ser deixada de lado e nem revogada (Hebreus 7:24). A salvação que conquistamos, o sacerdócio que recebemos é pela graça através do pacto de Cristo.
O sacerdócio de Cristo não vem de tribo, pois a autoridade sacerdotal de Jesus vem da mesma linhagem de Melquisedeque isto é, antes da lei, antes das tribos, antes dos sacerdotes. “Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre” (Hebreus 7:3).
“Porque aquele de quem estas coisas se dizem pertence a outra tribo, da qual ninguém serviu ao altar, visto ser manifesto que nosso Senhor procedeu de Judá, e concernente a essa tribo nunca Moisés falou de sacerdócio. E muito mais manifesto é ainda, se à semelhança de Melquisedeque se levantar outro sacerdote, que não foi feito segundo a lei do mandamento carnal, mas segundo a virtude da vida incorruptível.” (Hebreus 7:13-15).
Observe:
Melquisedeque: era rei e sacerdote do Deus Altíssimo (Gênesis 14:18).
Jesus Cristo: é Rei dos reis (I Timóteo 6:15; Apocalipse 17:14; 19:16) e Sumo Sacerdote da nossa confissão (Hebreus 3:1; 4:14,15; 6:20; 8:1; 9:11).
Nós, que aceitamos a Cristo como Senhor de nossa vida (através da nova aliança): somos sacerdotes reais para Deus nosso Pai (I Pedro 2:9). Esta é a nossa verdadeira ordem. Esta é nossa verdadeira posição.
Se disser que sou um levita, estarei negando, com esta palavra a nova aliança, ou seja; negando o sacerdócio de Cristo. Portanto, está na hora de decidirmos o que queremos ser: meros levitas ou sacerdotes do Deus vivo?
Alguns podem se preocupar, pois, inadvertidamente podem ter usado esta expressão, podem ter achado que seria uma coisa tremenda ser um levita. Então, esta pode ser para eles uma palavra muito dura. Porém, não nos esqueçamos que mais dura ainda era esta palavra para os cristãos que haviam se convertido do povo de Israel, para quem o livro aos Hebreus foi endereçado. E nem assim o Espírito deixou de inspirar o seu autor a escrever esta mensagem.
Não podemos ser como os cristãos de Hebreus 5:11, 14. Já esta na hora, espiritualmente falando, de comermos alimento sólido e deixar o leite para as crianças. Em nome de Jesus, você terá uma ótima digestão.
Atente para as promessas bíblicas:
“Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam;” (Atos 17:30).
“Portanto, como diz o Espírito Santo: Se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais os vossos corações” (Hebreus 3:7-8a).
Deus nos abençoe.

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Socorro! Os Levitas Voltaram!

>> terça-feira, 20 de abril de 2010


Como tirados de folhas amareladas pelo tempo, eles surgem para atrapalhar a já atrapalhada igreja evangélica de nossos dias. São os “levitas”, os grandes homens e mulheres que ministram louvor em várias igrejas pelo país.

Um pouquinho só de conhecimento bíblico já nos faz ver que por trás disso tudo há um grande equívoco. Um movimento re-judaizante, com fortes tendências neo-pentecostais traz em seu bojo, figuras como essa, tema de nosso breve comentário.

Há algum tempo, já vinha querendo escrever sobre isso, pois é uma área da vida da igreja com a qual trabalho há muito tempo (13 anos), e uma área que certamente precisa de um maior cuidado por parte dos líderes maiores (pastores), pois navega por mares nunca dantes navegados... e perigosos.

Quem se diz levita, não sabe o que está dizendo. Creio que o desejo de ser levita surge, antes de qualquer coisa, de uma vontade de possuir títulos nobres, o que é bem comum em nosso meio. Apóstolos, Bispas, Bispos, que assim se auto-denominam são comuns em nossos arraiais. Gente que carece de profundidade bíblica e de seriedade no modo de encarar a verdade revelada. Gente que fica buscando no Velho Testamento coisas que já foram abolidas há muito tempo, há pelo menos 2.000 anos.

Esse movimento de levitas é um caso clássico que vivenciamos em nosso tempo. Pessoas que mal chegam a estar na frente da igreja dirigindo cânticos, e já se sentindo “levitas”. Já tive problemas por causa disso... fui dizer que não éramos levitas... e foi terrível, e isso numa igreja histórica.

As pessoas precisam disso, afinal, ser levita é ser especial, ser diferente da simples massa mortal que assiste ao culto (isso mesmo!! As pessoas não participam, assistem ao culto). Ser levita é fazer parte daquele grupo seleto, pessoas que surgiram lá no Antigo Testamento, ficaram omissos por 2.000 anos e agora ressurgem assustadoramente. Pra gente assim, sugiro uma leitura rápida (nem precisa ser muito profunda) do livro de Hebreus. Se restar alguma dúvida, leia novamente... se ainda tiver alguma dúvida, sugiro que procure a Sinagoga mais perto de sua casa! Creio que deve se sentir bem lá!!

Nosso meio musical tem passado por momentos terríveis ultimamente... é uma enxurrada de coisas de baixa qualidade (que alguns insistem em chamar de música) que somos obrigados a ouvir tanto nas rádios que se dizem evangélicas, como nas igrejas. Há cânticos que não dizem absolutamente NADA!!! Cantamos porque o ritmo é gostoso, às vezes agitado, às vezes meloso, mas não dizem nada! Há cânticos até heréticos! A coisa é séria !!!

Que saudades de Sérgio Pimenta, Janires, Jairinho, etc... que pena nossa juventude não ouvir tanto Vencedores Por Cristo, Logos, etc. Gente comprometida não só com a qualidade da melodia, mas também com letras sadias, bíblicas, que nos fazem bem... E graças a Deus, surgem novos nomes comprometidos com esse trabalho sério: Gladir Cabral, Arlindo Lima... e outros continuam, como João Alexandre, Jorge Camargo, Guilherme Kerr, etc.

Engraçado é que nunca vi nenhum deles arrogando o título de “levitas”. Não precisam ! São sérios, comprometidos... não vivem atrás de títulos, nomes, caras e bocas...

Tenho medo de onde podemos parar com essas esquisitices que a cada dia surgem em nosso meio. Tenho medo que aqueles que são comprometidos com algo de mais conteúdo fiquem esquecidos, sendo trocados pelos “levitas” cheios de si e vazios de conteúdo e de mensagem. E tenho mais medo ainda, que com esse movimento re-judaizante, daqui a alguns dias eu seja obrigado a sair de casa para o culto levando não só a Bíblia, mas também um carneirinho para ser sacrificado no altar dos holocaustos...

Que Deus tenha misericórdia...

Com amor....

José Barbosa Junior

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Convite CRONOLÓGICO

>> terça-feira, 14 de abril de 2009


Convite do pastor Caio Fábio:

Leia a Palavra com o coração simples e cheio de fé!


“Vós tendes a unção que vem do Santo,
e não precisam de que ninguém ensine a vocês!”


LEITURA DO NOVO TESTAMENTO: cada pessoa deve fazer a leitura do N.T. conforme a seqüência que se segue, sem leitura orientada, a fim de que cada um, de si mesmo, verifique o significado do Evangelho sem as leituras pré-condicionantes aprendidas na religião.

Os livros do Novo Testamento foram escritos na seguinte ordem: 1ª. e 2ª. Tessalonicenses; Gálatas, Efésios, 1ª. e 2ª. Coríntios, e Romanos; Colossenses, Filemom; Filipenses, 1ª. e 2ª. Timóteo e Tito; 1ª. Pedro; Marcos; Mateus; Hebreus; Lucas; Atos; Tiago, Judas, 1ª. 2ª. e 3ª. João; o evangelho de João, 2ª. Pedro; e Apocalipse.

CHAVE HERMENÊUTICA: OLHE PARA JESUS E VOCÊ ENTENDERÁ A PALAVRA. "O Verbo se fez carne...", sendo assim, a Encarnação torna-se nossa única e possível chave hermenêutica para entender a Palavra, a mim mesmo, o próximo e a realidade atual.

1. Deve-se ler existêncialmente a Bíblia como tendo seu espirito realizada em Cristo. Ele veio para cumprir tudo. Cumpriu? Sim! Está consumado! Mas cumpriu de uma maneira legal-aos-sentidos? Não! Prova disso que o cumprimento da Palavra em Jesus era justamente aquilo que os mestres da Lei em Seus dias chamavam de transgressão. Assim, há um espírito até na Lei. Jesus cumpriu esse espírito, não suas materializações!

2. Deve-se ler as "falas" de Jesus e não somente fazer (quando se faz) exegese do texto. Antes disso, deve-se perguntar: qual o significado desse ensino de Jesus para Jesus? E a resposta é uma só: veja como Ele lidou com a vida, com as pessoas, com os fatos! Conferindo uma coisa com a outra fica-se livre da construção de dois seres irreconciliáveis: o Jesus que viveu cheio de amor e graça, e o Jesus que ensinou coisas que só os interpretes autorizados conseguem "captar".

3. Desse modo, então, não se faz jamais uma interpretação textual que não coincida com o comportamento e com a atitude de Jesus na questão, conforme o Evangelho. Eu confiro tudo com o espírito de Jesus, conforme o Evangelho.

4. Só assim Jesus não fica esquizofrênico ante os nossos sentidos: o que Ele disse, Ele viveu; e o que Ele viveu, é o que Ele disse.

"Assim, Jesus é a chave hermenêutica para se discernir a Palavra, mas mesmo assim, eu só a conhecerei como Verdade, se eu mesmo a provar na minha carne; e isto é o que acontece quando a gente anda no Caminho; e assim é mesmo quando a gente tropeça."

Eu estou acompanhando e confesso estar recebendo de Deus um tratamento todo diferenciado de compreensão e frescor da alma! Experimente!

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Noise

>> quinta-feira, 9 de abril de 2009

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Quarto escuro da ALMA

>> quarta-feira, 1 de abril de 2009



Por Cláudia:

“Nossa vida com Deus é como se nós estivessemos num quarto muito escuro, com as mãos sujas....e quando aceitamos Jesus...uma vela é acesa nesse quarto...nós vemos como estamos sujos e tentamos limpar nossa mão!

Cuspidinha básica, esfrega na calça....olha pra mão, acha q tá td bem...mas, com o desenvolvimento da salvação, Jesus troca a vela por um lanterna, depois, por uma lâmpada de 40 , de 60, de 100...e quanto mais luz entra no quarto, mais desconfortável a gente se sente...

porque se percebe mais e mais sujo....

e precisa de mais luz...e percebe mais sujeira....

até chegar perto do Sol da Justiça....

Conclusão: a comunhão com Deus gera PROFUNDA convicção de pecado!!!! Tristeza e angústia da alma...

Gratidão , dependência e louvor....

e é asssim..."

Claúdia Cavalcanti é mãe de Pedro e Davi, esposa de pastor, advogada, professora de inglês e Ministra de Louvor em Pouso Alegre MG.

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My heart will go on

>> sábado, 31 de janeiro de 2009




Continuamos igual à época do Titanic. Vejam a diferença entre a Classe Econômica e a Primeira Classe...

Fonte: Pavablog

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Esses cristãos reflexivos

>> quinta-feira, 29 de janeiro de 2009


A diferença sempre foi vista com curiosidade ou estranheza. A cor de sua pele, por exemplo, pode tornar você um estranho em alguns cenários. Já seu poder aquisitivo ou sua educação têm a capacidade de fazer com que se destaque em determinados ambientes. Até mesmo seu estilo de adoração, a linha teológica que você adota ou sua preferência por algum partido político podem colocá-lo à margem – ou para além dela – em certos casos. A verdade é que ser, pensar, olhar ou agir de modo diferente da maioria pode empurrar determinado indivíduo para fora dos círculos sociais e religiosos.

Fato é que, nas nossas igrejas, sempre há uma pessoa, ou um grupo, que na maioria das vezes se sente diferente da maioria – e gente assim quase sempre é marginalizada. Dan Taylor, em The Myth of Certainty [O mito da certeza], chama essas pessoas de “cristãos reflexivos”. Os menos solidários classificam-nas como questionadoras da fé; e, muitas vezes, suas atitudes de inconformismo fazem com que se tornem desrespeitados em suas comunidades.

Como quase todos os protestantes sabem, no século 16 a Igreja Católica Apostólica Romana estava empolgada acerca da emissão das famigeradas indulgências. Elas eram alardeadas pelo clero como maneiras de reduzir o tempo das pessoas no purgatório através da doação de dinheiro ou bens à Igreja. Mas apesar da generalização de tal prática, muitas pessoas não se contiveram e questionaram o programa de indulgência proposto pelas autoridades eclesiásticas. Elas duvidaram do que a instituição sustentava com tamanha convicção, simplesmente porque aquilo não fazia sentido para esses cristãos questionadores. Se permanecessem em silêncio, iriam se sentir desonestos e frustrados; contudo, se levantassem suas questões, seriam vistos com desconfiança. Alguns desses questionadores, como Martinho Lutero se manifestaram e descobriram que cristãos reflexivos, já àquela altura, não tinham futuro na Igreja.

Aproximadamente cem anos mais tarde, Galileu Galilei olhou através de um telescópio certa noite e viu luas posicionadas como bailarinas em órbita de Júpiter. Logo percebeu que a Igreja estava errada ao sustentar a visão de mundo tradicional, geocêntrica, que havia herdado de Aristóteles e Ptolomeu. Infelizmente, quando passou a questionar abertamente a corrente majoritária, ele descobriu aquilo que Martinho Lutero já sentira na pele: cristãos reflexivos não eram bem-vindos à Igreja.

Uma história semelhante poderia ser contada acerca do célebre evangelista John Wesley, que duvidava daquilo que todos sabiam: que atividades sagradas, como a pregação, precisavam ser desenvolvidas em espaços sagrados, como púlpitos. Por discordar disso, ele foi à porta das minas de carvão do Reino Unido anunciar a salvação em Jesus a trabalhadores que não freqüentavam os templos. Poderíamos falar ainda de crentes reflexivos como Phineas Bresee, fundador dos Nazarenos, que duvidou que pessoas pobres devessem ser evitadas por cristãos honrados. E o que dizer de Menno Simons, o líder dos anabatistas, que discordava da voz corrente de que cristãos deveriam matar outros cristãos em nome de Cristo?

Questionadores contemporâneos, como o pastor Martin Luther King Jr e o bispo Desmond Tutu, duvidaram que a raça fosse um fator de comunhão, e enfrentaram forte oposição por isso. Já líderes como Bill Hybels ou Rick Warren, com suas propostas de uma nova eclesiologia, ou talvez você, com suas idéias ainda não devidamente expostas, também tendem a provocar certo desconforto devido a suas posturas... Os heróis que estudamos na história da Igreja começaram como cristãos reflexivos que duvidaram daquilo que todos consideravam ser o óbvio. Como conseqüência foram, em quase todos os casos, marginalizados. Quando comunidades habitualmente marginalizam ou excluem seus membros mais reflexivos – aqueles que fazem perguntas difíceis sobre coisas que são completamente basilares para a maioria –, é claro que os que são estigmatizados acabam feridos.

A comunidade que exclui, no entanto, também é ferida, porque ao agir assim corta da própria pele recursos de crescimento e de renovação. Além disso, constrói resistências exatamente para aquilo que em breve será necessário, o que deixa no ar uma pergunta urgente: quem são os cristãos reflexivos, que talvez sintam que já estão com a camada de gelo bem fina nas margens, ou seja, prestes a serem marginalizados por completo? E o que seria necessário para dizer-lhes que eles são queridos, necessários e respeitados, que a sua diferença não é um problema a ser resolvido por meio da pressão para que se amoldem, mas que sua atitude questionadora é um recurso?

Aqui vai uma sugestão: que esses cristãos reflexivos sejam ouvidos! Tentemos entender suas perguntas, frustrações e novas idéias, mesmo que não concordemos com suas inquietações. Sejamos atenciosos, dando-lhes espaço para serem quem são, mesmo se pensam diferente da maioria. Às vezes, talvez seja preciso se posicionar entre eles e seus críticos mais contundentes a fim de defendê-los das forças que mantêm as fronteiras e promovem a exclusão. Um coração bondoso e um ouvido disposto a escutar podem manter os cristãos reflexivos dentro da comunidade – e, se a renovação vier das margens, como quase sempre parece ser o caso, então, ao amputarmos essas nossas margens, fazemos aquilo que os chefes dos sacerdotes e escribas fizeram quando uma voz necessária apareceu às margens de sua comunidade. Será que estamos escutando seu clamor?

(Tradução: Jorge Camargo)

Brian McLaren fundou e foi por muitos anos pastor da Cedar Ridge Community Church, nos arredores de Washington D.C. (EUA). É palestrante e autor de vários livros, dentre eles A mensagem secreta de Jesus e Uma ortodoxia generosa.




Fonte: Cristianismo Hoje, lido e apreciado no excelente blog Visão Integral!

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Escrito no passado...visão do futuro!



"De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantar-se os poderes nas mãos dos maus;
o homem chega a desanimar-se da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto."

Rui Barbosa

Ministério

Ministério
Violão, companheiro do coração...

Rú ái ême?

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Servo inútil-sem-valor querendo ser instrumento poderoso! Aprendiz das artes da medicina, da música e caminhando para o alvo!

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